Katherine Pierce
- Nome: Katherina "Katherine Pierce" Petrova
- Idade: 128 anos
- Nascimento: 05 de junho de 1882
- Avatar: Nina Dobrev
- Raça: Vampiro
- Gênero: Feminino
- Sexualidade: Heterossexual
- Estado Civil: Solteira
- Residência: Cobertura em Manhattan
- Gostos: Pessoas sinceras que obtenham coragem de ser a pior versão delas com a mesma. Katherine gosta da sensação de ser livre, das sensações de passar por desafios onde fará de tudo para sobreviver, além de amar sapatos, raramente você verá ela repetindo sapatos. Festa, gosta de aproveitar bem a noite usando seus truques de sedução.
- Desgostos: Que se aproximei dela apenas para conseguirem o que quer. Pessoas que tentam a subestimar a mesma, Pierce também detesta a cor rosa. Pessoas que mentem, ou que tentam de alguma forma machucá-la.
- Curiosidades: Depois de ter sido drenada por completo pelo seu namorado e ter cegamente concordado com aquela loucura, ela se fechou completamente para o amor, depois dessa desilusão amorosa apenas se permitindo ter alguns casos. Katherine é muito vaidosa, sempre estava usando roupas com tons escuros como azul marinho, preto e roxo. O uso de calças apertadas, botas e saltos são indispensáveis em seus trajes. Katherina Petrova, é o seu pseudônimo do passado. Katherine nasceu na Bulgária e fala búlgaro. É uma mulher de grandes facetas mas também de uma passado bem conturbado. Passar o que ela passou desde de quando era até a sua morte como vampira me faz pensar que não é só uma mulher fria, mas sim mulher que apenas quer continuar viva.
- Personalidade: Katherine mostra-se extremamente inteligente e determinada ao longo de sua vida. Ela é uma manipuladora habilidosa que utiliza de qualquer meio necessário para atingir seus objetivos. Entre seus atributos de personalidade, os mais marcantes são um forte instinto de sobrevivência e proteção, como também o extremo senso de autossuficiência.
Katherine nasceu no dia 05 de junho de 1882, sendo fruto de um caso entre a cantora Jenny Lind e o showman P.T. Barnum. Ela foi gerada em uma noite tida como um "erro" para ambas as partes e, se a gravidez não tivesse acontecido, para o desespero mutuo, eles jamais teriam tocado no assunto novamente. Não trocariam nem mesmo um mísera palavra sobre o ocorrido. Devido a sua gravidez não planejada de um homem já casado, a cantora sueca decidiu continuar com a turnê até o fim da gestação e usava os figurinos para ocultar a sua barriga. Essa situação, somada ao incomodo geral com as divulgações de show feitas por P.T., fez com que o pianista que vinha os acompanhando desde o início deixasse a dupla para retornar para Inglaterra e com que fosse substituído por aquele que se tornaria o marido de Jenny, Otto Goldschmidt. Após dar a luz ao bebê, um mês antes do fim do termino da turnê, ela entregou a criança para o pai e deixou que ele fizesse o que bem entendesse com a recém-nascida. Não podia deixar que um simples erro arruinasse toda a sua vida e a carreira que vinha construindo ao longo de anos, portanto, naquele momento, aquela a pareceu a melhor escolha.
P.T. Barnum cuidou da recém-nascida até o fim da turnê, no dia 05 de julho de 1882, e somente não a entregou para a adoção ou a abandonou em uma porta qualquer por ter se afeiçoada a criança e por acreditar que ela poderia ter algo de especial, assim como a sua mãe tinha. Confiando em seus próprios instintos, ele a levou para os Estados Unidos e a deixou aos cuidados de um casal de amigos seus que viviam em uma cidade próxima da sua, mantendo a criança perto de si mas longe o suficiente de sua família. O casal em questão, que tinham se tornado os responsáveis pela bebê batizada como "Katherine Pierce ", vivia com o relacionamento estando a beira do penhasco e a presença de um bebê que não os pertencia apenas tinha tornado as coisas ainda mais graves. Ela se tornou o motivo principal das brigas do casal e a única renda fixa na casa, com o seu progenitor tendo cuidado de reservar um pouco do dinheiro que tinha para os "cuidados de sua bastarda" - como ela tinha crescido ouvindo, embora não tivesse consciência de que o seu pai adotivo estava falando de si mesma.
Katherine cresceu vendo o seu pai biológico como um amigo de sua família que ia os visitar vez outra, fazendo com que eles vestissem as suas melhores roupas e colocassem os melhores sorrisos nos lábios, fingindo uma paz e uma proximidade que não existia naquele lar. Afinal de contas, o seu "pai" passava mais tempo fora de casa gastando o dinheiro que era dado mensalmente para sustentá-la com as suas "amigas" do que dentro de casa, assistindo a sua esposa se encher de álcool. Mas as coisas mudaram bastante aos nove anos, quando a sua família de faixada foi rompida de vez com a gravidez inesperada de uma das amantes de seu pai adotivo. E quando P.T foi visitar a família, como geralmente fazia, encontrou a realidade do dia-a-dia pequena Katherine: Sua mãe desmaiada de tão bêbada em algum canto da casa e a criança brincando sozinha, ignorando completamente o caos instaurado que estava a sua volta. O lugar estava uma bagunça maior do que já era habitual naquela casa, tendo sido causada depois do casal dos pais adotivos da criança terem brigado para ver o que ele levaria consiga ou não. Não conseguindo deixar a sua filha naquelas condições, P.T. juntou as coisas de Katherine e a levou consigo. Aquela foi a última vez que ela viu a única mãe que tinha tido em sua vida toda, tendo como a sua última memória ela completamente embriagada pela álcool.
Como o esperado, P.T. não podia levar a sua bastarda para junto de sua família, então a criança ficou escondida em seu museu repleto de coisas que eram tidas como "bizarras" ou "assustadoras" demais, principalmente para uma garotinha, mas Katherine era diferente. Ela não costumava se assustar com facilidade e, principalmente, por coisas que ela considerava intrigantes. O seu pai arranjou tutores para que ensinassem a menina a cantar, esperando que ela tivesse uma voz tão bela quanto a de sua mãe, mas a garota nunca tinha se esforçado o bastante para isso e havia o desapontado profundamente. Ele cogitou que, pela primeira vez em sua longa vida, seus instintos tinham o enganado e ele permaneceu com essa ideia até o ano de 1871. Pouco depois de ter aberto o seu circo, entre as muitas categorias de entretenimento que o local servia, Katherine se destacou em uma mais do que qualquer um: no trapézio. Ela era excelente nisso, assim como a sua mãe biológica era em cantar.
As suas apresentações acabaram chamando atenção de um belo rapaz misterioso pelo qual ela rapidamente se apaixonou, mas era claro que P.T. não aprovou a relação. Não quando isso estava a "distraindo da única coisa na qual ela era boa". Em meio a uma discussão fervoroso, ele acabou deixando escapar que ele era o pai dela e que Jenny Lind era a sua mãe. Ela não conseguiu lidar com isso tão bem quanto esperava e acabou indo procurar apoio na única pessoa que ela pensava que poderia confiar: o seu namorado. Os dois conversaram por horas ele a deu um pouco de bebida para que ela se acalmasse e a convenceu que o melhor para os dois seria se ela fugisse com ele. Katherine não tinha tanta experiência com os homens e menos ainda no amor, portanto, guiada por aquele sentimento que ela tá tão novo e pelo apoio que tinha a encontrado nele, ela aceitou. O seu namorado a levou para um local cercado por terra até onde seus olhos poderiam enxergar e a drenou completamente ali. Ele tinha esquecido de falar que uma das condições para que eles fugissem juntos, seria que ela o acompanhasse em sua caminhada eterna como um filho da noite e tinha feito a cortesia de colocar um pouco de seu próprio sangue na bebida que a tinha dado antes dela concordar cegamente com aquela loucura.
Quando acordou, ela estava enterrada e tentou não se sentir desesperada enquanto começava a cavar desesperadamente para sair daquela cova sem se quer notar que seus pulmões não necessitavam mais de ar ou na fome imensa que ela estava sentindo. Ao finalmente conseguiu se ver livre, ela encontrou o seu namorado. Ela bateu nele e perguntou que diabos ele tinha feito com ela e ele a explicou. Contou de que era um vampiro, até a sua breve história trágica de vida e finalizou dizendo como ela tinha concordado com aquilo. Ainda que cegamente. Ela o odiou mais do que qualquer um e mais do que qualquer coisa naquele momento, mas a sua fome acabou prevalecendo ao seu ódio e um pobre mundano desavisado que ouviu a conversa de ambos e que tentando ajudá-la, acabou sendo a sua primeira e a sua última vítima. Ela o drenou da mesma forma que o seu namorado tinha feito com ela, sem conseguir controlar a sua própria sede ou os seus próprios instintos, se sentindo como um animal guiado pela sua fome, e apenas se deu conta do que tinha feito quando o corpo sem vida do homem caiu sobre os seus próprios pés.
Após isso, o seu namorado a levou de volta para casa dele e deu algumas roupas para que ela se trocasse e explicou mais a respeito do mundo que ela tinha entrado contra a sua vontade e, assim que a noite tornou a cair, ela juntou as suas coisas e o abandonou. Ela acabou viajando por um tempo através de caronas ou juntando dinheiro com os poucos trabalhos noturnos que ela conseguia. Quando estava com 23 anos conseguiu um emprego como cantora em um teatro da cidade que e usou o pseudônimo Katherina Petrova para cantar as músicas de Jenny Lind que havia aprendido na infância. Ela trabalhou no teatro até 1884 e o deixou antes que as pessoas passassem a se perguntar como ela não envelhecia. Katherine foi atrás de sua mãe biológica sete anos depois, tentando descobrir o motivo dela ter abandonado e ficando profundamente magoada com as respostas que tinha encontrado. Aparentemente, uma mãe alcoólatra adotiva e um pai biológico que a usava como a sua fonte de lucro era melhores do que uma mãe biológica que a considerava como um constante erro e uma mancha em sua vida perfeita.
Katherine tornou a viajar pelo mundo, deixando o seu passado para trás e tudo de ruim que havia nele também, mas não conseguiu impedi-lo de influenciar na pessoa que ela estava se tornando. Ela se fechou completamente para o amor, depois de sua primeira desilusão amorosa, e apenas se permitiu ter alguns pequenos casos ao longo de sua vida eterna. Alguns mais escandalosos do que outros. No ano de 2008, depois de tantas guerras no submundo, a vampira optou em se mudar para Nova York, afim de ver a agitação daquele local com os seus próprios olhos