Satrina Vit

  • Nome: Satrina Vit

  • Idade: 215 anos
  • Nascimento: 29 de outubro de 1795
  • Avatar: Luiza Sonza
  • Raça: Feiticeira
  • Marca de Feiticeira: Olhos cinzas e garras brancas
  • Gênero: Feminino
  • Sexualidade: Pansexual
  • Estado Civil: Solteira
  • Residência: Apartamento em Manhattan
  • Gostos: Bebidas (qualquer uma, desde que tenha álcool), festas, e viajar
  • Desgostos: Conversa séria, gente certinha demais, e rotinas
  • Curiosidades: Mesmo sendo pansexual ela flerta com homens apenas pelo de ser admirada, mas não costuma ser muito doce com eles; Além do sueco e de várias línguas demoníacas, ela também fala inglês, italiano, alemão, latim, grego e português(BR) fluentemente. Sua marca de feiticeira são os olhos prateados e garras brancas.
  • Personalidade: Flerta por esporte, foge de conflitos e resolver eles, não tem paciência com homem chato, gosta de ser o centro das atenções, teimosa

Quando nasceu, sua familia achou que Satrina seria cega por causa de seus olhos branco-prateados - o que era um engano - porém jamais conseguiram aceitar o fato de a menina também ter unhas como garras, que eram longas, finas e brancas. Seus pais não sabiam como esconder aquilo, sempre com vãs tentativa de deixá-la normal. Depois de certa idade, quando seus primeiros sinais de magia começaram a aparecer, ela foi abandonada de vez, trancada para fora de casa, sozinha, sem nada, ainda criança, sem um pingo de cuidado.

No dia seguinte enquanto vagava pelas ruas da cidade, uma jovem mulher se compadeceu da menina loira, de olhos e unhas claras, e a levou para casa, onde com sua esposa, decidiram adotaram a menina, jurando amor e compreensão, e nesse lar ela pode crescer, descobrir o que de fato era, e tudo o que poderia fazer. Anos mais tarde ela sofreu o luto da perda das mães, e desde então nunca ficou mais de 05 anos na mesma cidade. Prometera as mães que conheceria o máximo de lugares no mundo, e que jamais deixaria outros lhe dizerem quem ela era, ou qual era o seu lugar, e depois dessa fase ela se nomeou Satrina, que gostou desde a primeira vez que ouviu, e Vit que significa branco em sueco - sua terra natal - em referência a seus olhos, unhas e magia.

Com 213 anos Satrina já conheceu inúmeros paises, culturas diferentes, coleciona casa e apartamentos ao redor do mundo, e é apaixonada por aprender novos idiomas. Ela ganha a vida dançado e cantando em bares e clubes pelas cidades por onde passa, algo que sempre gostou, e vez ou outra atendendo alguém - mundando ou do mundo das sombras - que precise de ajuda.

Em agosto de 2008 ela decidi voltar pro seu apartamento em Manhattan para passar um tempo por Nova Iorque, e rever velhos amigos.

O último ano de Satrina seguiu quase como as últimas décadas. De festa em festa, bebendo qualquer coisa alcoólica, beijando as bocas que lhe despertassem vontade, e agitando qualquer festa aonde ia. Começou a mudar quando passou a fazer apresentações no Taki's Dinners, ajudando sua amiga Galadriel Roux, trazendo mais clientes e lucros para o estabelecimento, mas quando a amiga reoslveu ir para a Grécia tirar umas férias sem data para retornar, Satrina passou a cuidar do lugar também. Ela, a deusa da noite, cuidando de um café, era irônico se não fosse pelo fato de já fazer suas apresentações lá, e passar a mantê-los todos os sábados.

Sua amizade com Rebekah Mikaelson também se fortaleceu. A feiticeira até hoje não perde a oprtunidade de flertar com a vampira, mesmo sabendo que ela é hetero e nada entre elas rolaria, mas se algum dia Rebekah quisesse, Satrina também iria querer. A amizade delas virou companhia para festa, barzinho, compras, noite das meninas, e fofocas.

Meses depois da primeira vez em que se viram Satrina e Viktor finalmente se reencontraram e resolveram o assunto que tinham pendente. A química entre os dois foi tão gostosa que passaram a se ver com mais frequência, sem jamais tocar nos assuntos "relacionamento, namoro, exclusividade, ou afinal-de-contas-o-que-somos-nós?". Eles pareciam ter um acordo selado sem jamais dizer uma única palavra em voz alta. Estavam ali um para o outro, mas sem abrir mão de suas respectivas liberdades, festas e peguetes. O que para a feiticeira era maravilhoso.

RPG Os Instrumentos Mortais: Cidade da Magia Perdida
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